Pica com QR
Coloca QR nos acessos ou em zonas internas para registar entradas e saídas em segundos.
Indústria
Numa unidade industrial, muita gente não trabalha ao computador e as entradas de turno podem juntar toda a equipa em poucos minutos. O Kinmu permite picar com quiosque ou QR, mesmo com ligação irregular, sem travar a operação.
Na indústria, o controlo de horários tem de funcionar onde o trabalho acontece: acessos à fábrica, vestiários, linhas de produção, armazéns e trocas de turno. Se a picagem exige um computador ou uma gestão manual posterior, torna-se pouco realista para pessoal operacional que entra e sai em bloco, trabalha com equipamento de proteção ou não tem posto administrativo.
A obrigação portuguesa exige registar início, fim e interrupções de cada dia de trabalho, manter esse registo acessível para consulta imediata e guardá-lo durante cinco anos. Numa fábrica, esse registo cruza-se com turnos rotativos, pausas, trabalho suplementar, rendições e possíveis quedas de ligação. Por isso não basta “ter uma folha”: é preciso um sistema que aguente a rotina da fábrica e reduza atritos no início e no fecho do turno.
O Kinmu oferece pontos de picagem simples, avisos de ocorrências e configuração de horários adaptada à operação. A direção ganha uma visão mais clara de presenças e ausências, enquanto a equipa pica sem transformar o acesso à fábrica numa fila administrativa.
São seis da manhã e um turno sai enquanto o seguinte entra. Antes, qualquer sistema lento provocava uma fila no acesso ou acabava a obrigar a apontar horas depois. Com o Kinmu, parte da equipa pica no quiosque e outra parte lê o QR. O registo fica feito em segundos e a entrada na fábrica mantém o seu fluxo normal.
Nessa semana a ligação do armazém falhou várias vezes. As picagens não se perdem: ficam guardadas e sincronizam quando a rede volta. Se uma pausa não for registada ou uma saída ficar incompleta, a ocorrência aparece para o responsável a analisar com contexto e não no fim do mês, quando já é mais difícil esclarecer.
A empresa pode consultar presenças por turno, rever ausências e preparar relatórios de tempos de trabalho sem transformar as chefias intermédias em administrativos. Para uma PME industrial, digitalizar a picagem não é acrescentar controlo desnecessário, é fazer com que o dado horário seja fiável num ambiente onde a produção não pode esperar.
Entradas, saídas e pausas guardadas automaticamente.
Cada correção de registo fica documentada no histórico.
Os registos ficam na nuvem durante cinco anos.
Métodos de registo variados e não intrusivos.
O Kinmu cobre picagens, horários e ausências de fábrica com uma ferramenta clara e adaptável a PME industriais.
Só por quem usa o Kinmu em cada mês.
Arrancas com a equipa que tiveres.
Sem contratos longos.
Controlo de horários direto.
Acrescentas unidades ou armazéns.
Picagem rápida para pessoal operacional.
Define horários, pausas e locais tal como a unidade funciona.
Coloca o método de picagem onde a equipa entra e sai todos os dias.
Controla ausências, atrasos e registos incompletos a partir de um painel comum.
Com um quiosque digital ou um QR na zona de acesso, nos vestiários ou num ponto comum da unidade.
Sim. Podes configurar jornadas, pausas e horários conforme a organização real da unidade.
As picagens offline ficam guardadas e sincronizam quando a ligação volta.
Sim. A empresa tem de registar diariamente os tempos de trabalho das pessoas contratadas, também em ambientes industriais.
Sim. Podes gerir diferentes locais a partir da mesma conta.
Ajuda a ter entradas, saídas e pausas melhor registadas, o que facilita rever desvios e horas reais.
Não. O Kinmu utiliza métodos não intrusivos como QR, app ou quiosque.
Sim. O Kinmu avisa de ocorrências para as corrigires antes de se acumularem.
Sim. O caso é semelhante ao da fábrica: pessoal operacional, turnos e necessidade de picar sem computador.
Sim. Os registos conservam-se e podem ser exportados ou consultados para revisão interna ou inspeção.