Pica com código QR
Coloca um QR na entrada de pessoal e cada pessoa pica com o telemóvel ao chegar e ao sair. É rápido, não gera filas e evita depender de um caderno em plena troca de turno.
Restauração
Num bar, num café ou num restaurante, o problema não é picar o ponto: é fazê-lo sem cortar o ritmo da sala ou da cozinha. O Kinmu permite registar entradas, saídas e pausas em segundos, com QR ou quiosque, e deixa as horas organizadas para consultares sem andares atrás de ninguém.
Na restauração, o dia raramente começa com calma. A equipa entra pouco antes do serviço, há trocas de turno, reforços para o fim de semana, extras que só aparecem em alguns dias e saídas que se prolongam quando a casa enche. Se o controlo de horários depende de um caderno no balcão ou de uma folha que alguém preenche ao fechar, o registo acaba por ser uma tarefa incómoda: esquece-se, corrige-se de memória e gera dúvidas quando chega a hora de fechar as horas.
Em Portugal, o artigo 202.º do Código do Trabalho obriga a manter um registo dos tempos de trabalho de cada pessoa, com as horas de início e de fim e também as interrupções e os intervalos, num local acessível e de forma que permita a consulta imediata. Esse registo tem de ser guardado durante cinco anos. A lei não exige um suporte digital — pode ser em papel ou eletrónico —, mas num restaurante o papel costuma falhar precisamente onde é preciso mais precisão: horários partidos, trocas de última hora, pausas, atrasos e fechos mais tarde do que o previsto.
Digitalizar a picagem do ponto não é acrescentar burocracia à casa. Bem feito, é o contrário: o pessoal pica em segundos, a gerência vê as ocorrências antes do processamento dos salários e os registos ficam organizados e à mão se alguém os pedir. Menos chamadas, menos mensagens soltas e mais clareza sobre quem trabalhou em cada serviço.
Faltam vinte minutos para arrancar o serviço de almoços. Na cozinha já se prepara a mise en place, a sala está a pôr as mesas e dois empregados de mesa entram quase ao mesmo tempo. Antes, alguém tinha de apontar horas numa folha ou lembrar-se depois de quem chegou primeiro. Agora cada pessoa lê o QR da entrada ou usa o quiosque de pessoal. A picagem fica feita em segundos e ninguém fica a bloquear a passagem justamente quando a casa começa a mexer.
Nesse sábado entra também uma pessoa de reforço que só trabalha aos fins de semana. Ativas essa pessoa no Kinmu, fica ativa enquanto precisares dela e não arrastas custo quando a época termina. Se alguém se esquecer de picar a saída depois de um fecho longo, recebes o aviso e corriges com histórico, sem esperar pelo fim do mês nem perguntar a meia equipa o que se passou naquela noite.
Quando chega a hora de rever as horas, não há rasuras para interpretar nem turnos partidos para somar à mão. Vês entradas, saídas, pausas e ocorrências no mesmo lugar. Se te pedirem o registo dos tempos de trabalho, tens a informação à mão; e se só quiseres saber como a equipa se está a organizar, o calendário dá-te uma imagem clara sem interromper o serviço.
Entradas, saídas e pausas guardadas automaticamente.
Cada correção de registo fica documentada no histórico.
Os registos ficam na nuvem durante cinco anos.
Métodos de registo variados e não intrusivos.
O Kinmu resolve o controlo de horários de que uma PME de restauração precisa: picagens rápidas, custo ajustado e nada de módulos de RH que não vais usar.
Só utilizadores ativos em cada mês, mesmo que trabalhes com extras.
Começas com a equipa que tiveres, mesmo que seja pequena.
Subscrição mensal, sem contratos longos.
Controlo de horários claro e nada mais.
Configuras conta, horários e equipa a partir da web.
Picar o ponto não exige formação nem trava o serviço.
Crias a conta, dás entrada à equipa e reproduzes os teus turnos, descansos e horários partidos tal como os usas em cada semana.
A equipa regista entrada e saída com QR ou quiosque, sem filas e sem tirar tempo à cozinha, ao balcão ou à sala.
Consultas horas, corriges ocorrências com rastreabilidade e geras relatórios de tempos de trabalho quando precisares.
Costuma funcionar bem uma combinação de QR e quiosque. O QR evita filas quando entra muita gente ao mesmo tempo e o quiosque serve para quem prefere picar num ponto comum da casa.
A lei portuguesa não exige que o registo seja digital, mas exige que indique início, fim e interrupções, que esteja acessível para consulta imediata e que seja guardado durante cinco anos. O papel pode servir, embora seja mais fácil gerar erros, perdas ou correções pouco claras.
Podes configurar jornadas e descansos de acordo com a realidade da casa. Assim as entradas, saídas e pausas ficam organizadas mesmo que a equipa trabalhe ao almoço, ao jantar ou com cortes entre serviços.
Sim. Ativas os reforços quando entram e pagas só pelos utilizadores ativos. Quando deixam de trabalhar contigo, não continuas a pagar por eles.
O Kinmu deteta picagens incompletas e permite corrigi-las deixando rasto. O ajuste fica documentado, o que é bastante mais sólido do que alterar uma folha à mão dias depois.
Não. Podes usar QR, quiosque digital ou app. Para muitos bares e restaurantes é mais prático do que instalar um aparelho dedicado à entrada.
Sim. O calendário de equipa ajuda a ver presenças, ausências e férias, útil para organizar coberturas antes de o serviço começar.
Sim. Não há utilizadores mínimos nem fidelização, por isso encaixa em equipas pequenas que precisam de organizar horas sem pagar por um sistema sobredimensionado.
O Kinmu guarda as picagens na nuvem, conserva o histórico de alterações e permite-te descarregar relatórios de tempos de trabalho quando precisares.
Não. O Kinmu aposta em métodos não intrusivos como QR, quiosque e app, suficientes para digitalizar a picagem sem recolher dados biométricos.