Ponto por QR Code
Coloque um QR Code na entrada de funcionários e cada um bate ponto pelo celular ao chegar e ao sair. É rápido, não forma fila e substitui o caderno em plena troca de turno.
Bares e restaurantes
Num bar, numa cafeteria ou num restaurante o problema não é bater ponto: é fazer isso sem cortar o ritmo do salão ou da cozinha. Com o Kinmu as entradas, saídas e pausas ficam registradas em segundos, por QR Code ou totem, e as horas ficam organizadas para você conferir sem correr atrás de ninguém.
Na gastronomia o dia quase nunca começa com calma. A equipe chega pouco antes do serviço, tem troca de turno, reforço no fim de semana, gente que trabalha só alguns dias e fechamento que se estende quando a casa lota. Se o controle de horas depende de um caderno no balcão ou de uma folha que alguém preenche no fim da noite, vira uma tarefa chata: esquece, reconstrói de memória e gera discussão na hora de fechar as horas.
A CLT exige anotação de entrada e saída nos estabelecimentos com mais de 20 trabalhadores, e a conta é por estabelecimento, não pelo grupo inteiro. Ou seja: uma casa com dez pessoas pode não estar obrigada. Só que a maioria dos donos registra do mesmo jeito, e não é por causa da norma. É porque sem registro você não sabe qual serviço fica curto de gente, quantas horas extras estão entrando aos poucos nem quais turnos rendem melhor.
Digitalizar a marcação não é colocar mais burocracia na casa. Bem feito é o contrário: o pessoal bate ponto em segundos, você vê as pendências antes do fechamento da folha e cada correção fica com autor e data. Menos ligação, menos mensagem solta e uma foto clara de quem trabalhou de verdade em cada serviço.
Faltam vinte minutos para o serviço de almoço. Na cozinha o mise en place já está rolando, o salão monta as mesas e dois garçons chegam quase juntos. Antes alguém precisava anotar horários numa folha ou lembrar depois quem tinha chegado primeiro. Agora cada um lê o QR Code da entrada ou usa o totem da área de funcionários. A marcação sai em segundos e ninguém fica travando a passagem bem na hora em que a casa começa a girar.
Nesse sábado também entra alguém de reforço que só trabalha nos fins de semana. Você ativa a pessoa no Kinmu, ela fica ativa enquanto você precisar e para de gerar custo quando a temporada acaba. Se alguém esquece de bater a saída depois de um fechamento longo, você recebe o aviso e corrige com histórico, sem esperar o fim do mês nem perguntar para meia equipe o que aconteceu naquela noite.
Na hora de conferir as horas não tem rasura para decifrar nem turno partido para somar de cabeça. Entradas, saídas, pausas e pendências ficam num lugar só. Se alguém perguntar sobre as próprias horas, você tem o espelho de ponto e quem fez cada ajuste. E se você só quiser ver como a equipe está se organizando, o calendário dá uma visão clara sem interromper o serviço.
Entradas, saídas e pausas ficam salvas sozinhas.
Cada correção fica registrada no histórico.
Os registros ficam na nuvem por cinco anos.
Métodos de marcação variados e sem biometria.
O Kinmu resolve a organização de horas que um restaurante pequeno precisa: marcações rápidas, custo previsível e nada de módulos de RH que você nunca vai abrir.
Só usuários ativos por mês, reforços incluídos.
Comece com a equipe que você tem, mesmo pequena.
Assinatura mensal, sem contrato longo.
Horas organizadas e só.
Conta, escalas e equipe pelo site.
Bater ponto não exige treinamento nem trava o serviço.
Você cria a conta, adiciona a equipe e reproduz seus turnos, folgas e jornadas partidas do jeito que usa toda semana.
A equipe registra entrada e saída por QR Code ou totem, sem fila e sem tirar tempo da cozinha, do balcão ou do salão.
Você consulta as horas, corrige pendências com rastreabilidade e exporta relatórios quando precisar.
Geralmente combinar QR Code e totem funciona bem. O QR Code evita fila quando vários chegam juntos e o totem serve para quem prefere bater ponto num ponto comum da casa.
A CLT exige anotação de entrada e saída nos estabelecimentos com mais de 20 trabalhadores, contados por estabelecimento. Abaixo disso não há essa obrigação geral, mas registrar continua ajudando a organizar escalas e horas extras.
A Portaria 671 define requisitos técnicos próprios para REP-C, REP-A e REP-P, e usar um software não basta por si só para enquadrar o sistema. O Kinmu hoje organiza as marcações, as correções e os relatórios da sua equipe. Se você precisa que ele seja o seu registro oficial de ponto, fale com a gente antes de contratar.
Você configura jornadas e pausas conforme a realidade da casa. Assim entradas, saídas e intervalos ficam organizados mesmo com equipe no almoço, no jantar ou com um corte no meio.
Sim. Você ativa os reforços quando eles entram e paga só pelos usuários ativos. Quando param de trabalhar com você, param de gerar custo.
O Kinmu identifica marcações incompletas e deixa você corrigir deixando rastro. O ajuste fica documentado com data e autor, bem mais sólido do que rasurar um caderno dias depois.
Para usar o Kinmu, não. Você pode começar com QR Code, totem digital ou o aplicativo, que para a maioria das casas é mais prático do que instalar um aparelho fixo na entrada.
Sim. O calendário de equipe mostra presenças, faltas e férias, útil para montar a cobertura antes de o serviço começar.
Você mostra o espelho de ponto daquele período, com as correções e quem fez cada uma. Com o detalhe à vista, a maioria das divergências se resolve ali mesmo.
Não. O Kinmu trabalha com métodos como QR Code, totem e aplicativo. Biometria é dado pessoal sensível na LGPD, e nós preferimos não coletar.