Locais no campo
Crie talhões, galpões ou estufas como postos de trabalho sem custo por local.
Agro
No agro o trabalho acontece em talhões, estufas e galpões onde o sinal nem sempre ajuda. Com o Kinmu se bate ponto mesmo sem conexão, você organiza turmas por local e paga só pelas pessoas ativas em cada safra.
No agro a marcação não pode depender de bom sinal nem de passar num escritório. As turmas começam em talhões, estufas, galpões ou pontos de carga, e o efetivo muda muito conforme a safra. Quando o controle é resolvido com folha ou anotação à mão, os dados chegam tarde e fica difícil saber quem esteve em cada lugar.
Na safra o número de trabalhadores por propriedade costuma passar dos 20 com facilidade, então a anotação de entrada e saída entra em cena justamente no período mais corrido do ano. E é aí que o papel falha: efetivo que dobra numa semana, gente que gira entre talhões e horário que muda conforme o clima. Anotar tudo isso à mão, no campo, é exatamente o que ninguém tem tempo de fazer direito.
E tem a conta. Numa semana de pico você pode dobrar o efetivo por dez dias, e a diferença entre uma safra rentável e uma fraca muitas vezes está nas horas de mão de obra por talhão. Com o Kinmu você cria fazendas ou locais, bate ponto por QR Code, totem ou aplicativo e guarda os registros offline até o sinal voltar.
Amanhece numa fazenda onde o sinal mal chega. A turma entra pela portaria principal e bate ponto no QR Code ou no totem preparado para aquele local. Se o aparelho não tem internet, o registro fica salvo. Mais tarde, quando o sinal volta, as marcações sincronizam e aparecem junto com as dos outros locais.
No mesmo dia tem outra turma numa estufa e várias pessoas no galpão. Como cada ponto está criado no Kinmu, você vê onde cada equipe trabalha e quanta gente está ativa. No pico você contrata safristas sem transformar isso em custo permanente; quando termina, desativa.
No fechamento da semana os registros não dependem de anotação à mão nem de lembrar qual turma esteve onde. Você confere horas por local, corrige pendências com rastreabilidade e prepara relatórios se precisar. O registro digital se adapta ao campo em vez de exigir que o campo funcione como um escritório.
Entradas, saídas e pausas ficam salvas sozinhas.
Cada correção fica registrada no histórico.
Os registros ficam na nuvem por cinco anos.
Métodos de marcação variados e sem biometria.
O Kinmu permite acompanhar marcações de turmas, fazendas e safras com custo flexível e registro offline.
Só usuários ativos por mês.
Comece com a sua equipe real.
Flexível mês a mês.
Você adiciona talhões ou galpões.
Você gerencia a conta pelo site.
Marcação simples na portaria.
Cadastre talhões, turmas e escalas de safra.
Permita registrar entradas e saídas mesmo sem sinal.
Consulte presença e horas de cada posto de trabalho.
Sim. O Kinmu guarda a marcação offline e sincroniza quando a internet volta.
A CLT exige anotação de entrada e saída nos estabelecimentos com mais de 20 trabalhadores. Na safra a maioria das propriedades passa desse número.
A Portaria 671 define requisitos técnicos próprios para REP-C, REP-A e REP-P, e usar um software não basta por si só para enquadrar o sistema. O Kinmu hoje organiza as marcações e as horas por turma e por local. Se você precisa que ele seja o seu registro oficial de ponto, fale com a gente antes de contratar.
Sim. Você cria talhões, galpões ou estufas como postos de trabalho.
Sim. Você paga por pessoas ativas, útil para picos com muitas entradas e saídas.
Com QR Code ou totem na portaria, conforme o que for mais prático em cada local.
Não para registrar a marcação. Os dados sincronizam quando o aparelho volta a ter conexão.
O calendário ajuda a visualizar turmas, faltas e disponibilidade por dia.
O Kinmu mostra a pendência e deixa você corrigir com rastreabilidade.
Sim. As marcações ficam guardadas e você gera o detalhe por pessoa, local e período.